O BLOG DO ATAYDE TEM COMO OBJETIVO O DESENVOLVIMENTO HUMANO, VISANDO UMA COMUNICACAO POSITIVA E EFICIENTE ENTRE AS PESSOAS, COM O OBJETIVO DE CONQUISTAR VIDA PLENA E EXCELÊNCIA NO DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL.
METAMODELO DE CONVERSA É EXTREMAMENTE EFICAZ PARA EVITARMOS COMETER DISTORÇÕES DE REALIDADE NUMA CONVERSA.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Teste de neurolinguística
Você é visual, auditivo ou cinestésico?
Pegue lápis e papel. Responda SIM ou NÃO para as perguntas das séries A, B e C abaixo:
SÉRIE A
1) Escrevo listas daquilo que tenho de fazer.
2) Realizo coisas desde que as instruções escritas sejam bem detalhadas.
3) Gosto de fazer palavras cruzadas.
4) Gosto de exposições e museus.
5) Localizo-me com facilidade, numa cidade nova, se eu tiver um mapa.
6) Todos os meses assisto a vários filmes.
7) Não tenho boa impressão de alguém, se estiver mal vestido.
8) Gosto de observar as pessoas.
9) Acho que flores realmente embelezam a casa e o escritório.
10) Mando consertar os arranhões do meu carro o mais rápido possível.
SÉRIE B
1) Gosto de longas conversas.
2) Gosto de programas de entrevistas, no rádio e na TV.
3) Sou bom ouvinte.
4) Prefiro os noticiários de rádio e TV do que jornais e revistas.
5) Sinto-me mal quando meu carro faz algum barulho diferente.
6) Quando ouço música presto muita atenção à letra.
7) Posso dizer muito sobre alguém somente pelo seu tom de voz.
8) Prefiro fazer uma palestra a escrever sobre um assunto.
9) As pessoas dizem que, às vezes, falo demais.
10) Costumo conversar comigo mesmo ou com meu gato / cão. SÉRIE C
1) Quando ouço música, não consigo deixar de mexer as mãos e os pés.
2) Gosto muito de estar ao ar livre.
3) Tenho boa coordenação motora.
4) Tenho tendência a ganhar peso.
5) Gosto de criar animais de estimação.
6) Toco as pessoas quando converso.
7) Gosto mais de praticar esportes do que assistir a eles.
8) Adoro banho, piscina, sauna.
9) Gosto de levantar-me e espreguiçar-me com frequência.
10) Posso dizer muito sobre uma pessoa através de seu aperto de mão.
AVALIAÇÃO: Marque um ponto para cada resposta SIM e veja quantos pontos você fez em cada série. Se conseguir mais pontos na série:
A – Você é VISUAL B – Você é AUDITIVO C – Você é CINESTÉSICO
Observe também se existe uma grande diferença entre eles. Quanto mais próxima ela estiver, melhor, pois o ideal é termos os três canais desenvolvidos. O canal onde obteve o menor número de pontos é aquele que você precisa desenvolver. Agora veja as características de cada canal.
CANAL VISUAL
A pessoa com predominância do canal VISUAL, é ligada na beleza e estética, em formas e detalhes. Tem uma postura corporal rígida e sua respiração é torácica. Ela fala muito rapidamente porque as imagens se sucedem em sua mente como um filme. Entre o prático e o bonito, a pessoa VISUAL sempre escolherá o bonito. È uma pessoa obcecada por arrumação e ordem e para atender o que lhe dizem, a
pessoa VISUAL precisa que "mostrem" o que é. O VISUAL não dá valor às palavras e não reage bem ao toque ao contrário da pessoa Cinestésica.
CANAL CINESTÉSICO
A pessoa com predominância do canal CINESTÉSICO é, dos 3 tipos, o mais sujeito ao sofrimento. Para esta pessoa todas as experiências são físicas. Esta pessoa prefere conforto à beleza e busca sempre o bem-estar, o prazer e o aconchego. Este tipo de pessoa precisa ser abraçada, tocada, beijada para que
se sinta amada. Ela prefere roupas velhas e confortáveis, sapatos que não apertam, nadar, pisar na areia, estar junto da natureza. As pessoas CINESTÉSICAS possuem o tom de voz baixo, ritmo lento e respiração abdominal. Gostam de músicas lentas e baladas e se sentem agredidas quando não são correspondidas em sua necessidade de contato corporal.
CANAL AUDITIVO
A pessoa com predominância AUDITIVA, não dá grande valor às aparências, mas sim ao bom papo, bom senso e inteligência. São equilibradas e estão sempre prontas a discutir os problemas pois acreditam na lógica dos argumentos. O tom da voz é médio, a respiração é torácica e abdominal. A memória para os
sons é fantástica: são capazes de lembrar-se de coisas que lhes foram ditas há muitos anos atrás. O barulho, vozes estridentes ou ásperas ferem as pessoas auditivas. Apreciam músicas com letras bem elaboradas, que passam uma mensagem consistente. Para ter certeza de alguma coisa, o auditivo precisa ouvir, do contrário, não acreditará.
Esse é um processo para acessar um estado muito relaxado e facilitar a
comunicação com a sua menteinconsciente.
1.Encontre um lugar
confortável e relaxe o seu corpo.
Pode ser por volta de 8 horas se você for dormir, ou apenas alguns minutos se
você quiser mudar rapidamente o modo como está se sentindo.
2.Decida a duração do
tempo que você gostaria de ficar nesse estado relaxado.
Pode ser por volta de 8 horas se você for dormir, ou apenas alguns minutos se
você quiser mudar rapidamente o modo como está se sentindo.
3.Diga a você mesmo
qual o propósito para fazer esse processo, bem especificamente.
Por exemplo, tomar uma decisão sobre um novo emprego: "Eu gostaria de
avaliar detalhadamente todas as informações e saber conscientemente a minha
decisão sobre o novo emprego amanhã ao meio-dia."
4.Decida em queestado emocionalvocê quer estar
quando acabar o tempo do relaxamento.
oAgora comece a reparar em 3 coisas que você está vendo.
Se estiver descansando de olhos fechados, essas coisas serão imaginadas.
Diga a você mesmo: "Eu vejo ...(ex. a janela), eu vejo ... e eu vejo
..."
oAgora repare em 3 coisas que você ouve.
Podem ser coisas reais que você ouve, ou coisas imaginadas.
Diga a você mesmo: "Eu ouço ... (o ruído do trânsito), eu ouço ... e eu
ouço ..."
oE agora, 3 coisas que você sente.
Escolha sensações físicas como a sensação da língua na sua boca, ou a sensação
da respiração fluindo para fora e para dentro, ou a quentura do lugar onde a
suas costas estão descansando.
Diga para você mesmo: "Eu sinto ... (meus pés no chão), eu sinto ... e eu
sinto ..."
Procedendo de maneira semelhante, permita-se relaxar e desacelerar
enquanto você prossegue. Se você achar que a sua mente se desviou para alguma
outra coisa, então gentilmente traga o seu pensamento de volta e comece de novo
com as 3 coisas. Depois...
·2 coisas que você vê.
·2 coisas que você ouve.
·2 coisas que você sente.
·1 coisa que você vê.
·1 coisa que você ouve.
·1 coisa que você sente.
Depois observe qual das suas mãos você sente mais leve, e quando o
perceber, você pode imaginar essa mão tocando no seu rosto de modo que você
esteja em umtranse, e simplesmente deixe-se levar.
Não há nada casual, todo efeito tem que ter uma causa e toda causa gera algum efeito.
Nada acontece por acaso, pois não existe o acaso, já que acaso é simplesmente um termo dado a um fenômeno existente e do qual não conhecemos a origem, ou seja, não reconhecemos nele a lei à qual se aplica.
Você já deve ter ouvido alguma vez a famosa frase do físico Albert Einstein: “Deus não joga dados”. Essa famosa frase de Einstein surgiu quando a Física Quântica começou a ser estudada, a qual estuda a física através das menores moléculas (sub-atômicas).
A Lei da Causa e Efeito ou o conceito Karma na física, é equivalente a lei, segundo Einstein: “Para toda ação existe uma reação de força equivalente em sentido contrário, no devido espaço do Tempo (Lei de Newton)”. Nesse caso, para toda ação tomada pelo Homem ele pode esperar uma reação. Se praticou o mal, então receberá de volta um mal em intensidade equivalente ao mal causado. Se praticou o bem, então receberá de volta um bem em intensidade equivalente ao bem causado, dependendo da aAção, pois: – “Bem gera bem e o Mal gera mal”.
A Lei da Causa e Efeito afeta todos os reinos: mineral, vegetal, animal, hominal, angelical. Um exemplo dessa lei, também chamada Lei da Polaridade no mundo mineral: um cientista ou um físico nuclear pesquisa uma partícula sub-atômica e depois de muito tempo de pesquisa descobre, por exemplo, um glúon, e após descobrir o gluón, ele descobre o anti-glúon; assim como para cada quark, há um anti-quark e assim por diante. Em suma, para cada partícula descoberta haverá sempre uma contra-partícula. É como se fosse o “bem e o mal” dentro do reino mineral. Desta forma, se você acabar com o mal, você acabará com o bem também. O ideal é encontrarmos equilíbrio entre as polaridades positivas e negativas. E não adianta não gostar ou não concordar com esse mecanismo, enquanto você estiver neste Universo, você estará sob os auspícios dessa lei. E é graças à Lei da Causa e Efeito que a vida gira; é a chamada Roda da Vida; ela roda para esquerda ou para direita. Querendo ou não, atinge a tudo e a todos, em todas as esferas.
Lei da Polaridade é o positivo e negativo, é alfa e ômega. A mente não funciona sem polaridade; o princípio mental só funciona por intermédio de sistemas de referência: bem e mal; alto e baixo; certo e errado; bonito e feio; baixo e alto; morte e vida; e por aí vai. Sem esse sistema de referência, sem esse joguinho mental, nós não conseguimos raciocinar: você pega uma coisa, compara com a outra e tira uma conclusão.
Aristóteles, o grande filósofo que foi aluno de Platão e tutor de Alexandre da Macedônia (Alexandre, o Grande) nos ensinou a teoria da lógica há mais de 2.500 anos: premissa maior, premissa menor, choca as duas e tira uma conclusão; ou seja: tese, antítese, síntese. Porém, até hoje nós humanos temos dificuldade de usar essa forma de pensar. O que nós humanos normalmente fazemos? Nós pegamos a primeiro pensamento que vem a mente, que entram por intermédio do nosso corpo de desejos ou emoções, e transformamos aquela sensação em realidade: “eu não vou com a cara do José”, ou, “meu santo não bate com o santo do José”; ué, por que será? Paramos para pensar no porquê dessa falta de empatia à primeira instância? Será que analisamos o processo bioquímico que existe entre você e o tal José? Analisamos porque José te incomoda tanto? Será que há algo em José que faz com que você confronte você mesmo? Pois é, meus caros, percebendo nossos imaturos julgamentos constantes, notamos que precisamos exercitar o tal princípio lógico de Aristóteles: antes de tomar algo como verdade, precisamos analisar e refletir os opostos de tal fato e só depois tomar uma conclusão.
Nós humanos não temos condições de julgar coisa alguma: “aquele evangélico é burro”, “aquele esotérico é maluco”, “Severino é um safado corrupto” ou “Severino é um santo”. Como nós, seres relativos, podemos julgar algo, visto que nossa perspectiva de verdade é relativa? Aliás, tudo é relativo e passageiro, assim concluímos que nossas verdades são momentâneas e relativas. Nós podemos falar sobre a relatividade sobre um bom tempo, que não é o caso no momento, porém podemos simplesmente nos perguntar: se eu não conheço nem a mim mesmo; nem o que há dentro do meu cérebro; se não conheço como meu corpo humano funciona; como poderei ser capaz de julgar alguém? Será que eu já cometi o mesmo engano do fulano e não estou me lembrando?
Essa nossa conversa pode parecer confusa, mas não é!
Se você passa pelo que não tem que passar, você será compensado (crédito) ou se você prejudicou alguém, você será cobrado (débito). Essa é a justiça universal / cósmica; essa lei foi criada para toda criação. É o que chamamos da Roda da Vida. Essa lei é polêmica, pois vai contra muitos ensinamentos religiosos: você confessa seus “pecados” ao padre e ele te perdoa. Sinto muito, mas não há nada nessa criação que possa escapar dessa lei, e ninguém tem o poder de perdoar ou a capacidade de julgar alguém. Lembremos da velha lei de Talião: “olho por olho, dente por dente”, uma espécie de castigo espelho. Isso não quer dizer que você humano será o aplicador dessa lei; essa é a lei que o Universo se encarrega de cumprir, não porque é punidor e sim porque essa é a única forma da criação aprender o que é certo e o que é errado: errando e experimentando seu erro, assim criará uma compreensão do erro que cometeu e dos efeitos e malefícios que causou. Vale a pena lembrar o que Mahatma Gandhi disse: “Olho por olho, o mundo acabará cego”. Nós humanos temos que compreender o próximo e compreender a Lei da Causa e Efeito. Não precisamos nos vingar de nada, nem de ninguém; o Universo se encarrega de mostrar o erro para o causador do mal.
Você acha que faz sentido algumas histórias antigas sobre um Deus que benze armas de um exército com o objetivo de matar o exército inimigo deste que benzeu? Oras, então acreditamos que existe um Deus sacana, um Deus malvado… Será que há sentido nisso? Claro que não. Esse Deus punitivo que nós homens inventamos não existe, assim como não existe esse Deus bonzinho que muitos de nós pensamos. Para o Deus único e verdadeiro, o Arquiteto do Universo, o princípio bem e o mal é a mesma coisa; somos nós seres humanos que fabricamos o sofrimento, pois ainda não entendemos essa lei, somos ainda como crianças nesse conceito, mas um dia voltaremos a ter essa compreensão.
Helena Blavatsky, responsável pela sistematização da moderna Teosofia, divulgou, entre outras coisas, a unidade de toda a vida, a existência de leis exatas que regem todo o universo, entre elas a do Karma e do Dharma – que enfatizam a responsabilidade do homem por seus atos – e a possibilidade do autoaperfeiçoamento pessoal baseado nessas leis e nas potencialidades espirituais latentes no homem, um ser essencialmente divino e imortal, através de um processo continuado e sempre ascendente ao longo de sucessivas reencarnações. A meta imediata e inescapável desse processo era a transformação do homem em um super-homem. Explicou a origem de todo o mal do mundo como um resultado direto da ignorância humana e não como uma predeterminação divina, nem como obra do acaso ou do Demônio, que disse não existir como entidade viva, mas como fruto abstrato da mesma ignorância e da superstição; da mesma forma negou a realidade do Inferno como um local objetivo de punição eterna, descrevendo-o apenas como um estado mental e/ou emocional temporário de afastamento do bem, seja em vida ou após a morte.
A Lei da Polaridade de Hermes Trismegisto diz: “Tudo é duplo, tudo tem dois polos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados”.
Toda vez que acontecer algo negativo na sua vida: uma doença, um acidente, uma decepção amorosa, um assalto, falta de dinheiro, etc., você fará uma análise para entender o porquê de tal fato estar acontecendo na sua vida, naquele instante. Lembre-se; você é o responsável por tudo que acontece com você, e, ao invés de ficar se lamentando por qualquer coisa, veja que a lei da ação e reação está te dando a grande oportunidade de você aprender algo que ainda não foi aprendido, e mesmo que você não compreenda totalmente, fique atento e reflita internamente do porquê de algo estar acontecendo na sua vida. O ser humano só aprende de erro em erro, de falha em falha, de incoerência em incoerência. Fazer o que? É assim que nós funcionamos oras… E não pensem que os grandes mestres e mestras que passaram pela Terra e deixaram um legado de sabedoria no planeta Terra chegaram ao nível que chegaram só com acertos e acertos; certamente eles tropeçaram, erraram e cometeram muitas incoerências antes de chegar ao nível de iluminação. E como nada é estático no Universo, ainda estão evoluindo, aonde quer que estejam.
Quando a humanidade entender que o ser humano ainda não está pronto; ainda não está “justus et perfectus”, passará a criticar menos, a julgar menos. Afinal, se não somos detentores de toda Verdade, como poderemos julgar alguém? Jesus Cristo sempre dizia: “Não julgueis, para não serdes julgados”. O dia que o assassino compreender que quando ele puxa o gatilho e atira em uma pessoa, ele está atirando em si mesmo, aí sim, ele nunca mais matará ninguém. Em sua essência, o ser humano não é mal, ele é apenas infantil, uma criança que não sabe o que está fazendo. E importante dizer: quanto maior a consciência, mais forte será a lei do retorno, e não deixa de ser lógico, pois afinal, quanto mais consciência o ser humano tiver da maldade que está cometendo e seus efeitos, mais forte a lei da causa e efeito terá que agir.
Nós precisamos passar pelo mal para conhecer o bem. Os Incas diziam: “É preciso passar pela escuridão se quisermos chegar à luz”. Se você só conhecer o bem, não saberá lidar com coisa alguma, porque é preciso conhecer os dois extremos para ter o equilíbrio e agir com razão. O segredo é você conhecer toda a maldade e não praticá-la; isso sim é ser evoluído, pois se você pratica a maldade você estará fazendo mal para você mesmo.
O bem e o mal são importantes. No final das contas, meus amigos, o mal é bem e o bem é bem, caso contrário não há evolução. O mal é importante para desenvolver o bem. Só pratica o mal quem ainda não se convenceu que o bem é bom para ele.
O dia que toda humanidade descobrir que ela deve ajudar-se entre si, não para agradar a Jesus, ou a Deus, ou ao “Diabo que nos carregue” ou a quem quer que seja, ela irá ter uma grande surpresa, pois ela voltará a deter o conhecimento do bem e do mal e saberá os efeitos que praticar o bem trás para si mesmo e consecutivamente para toda criação.
Um bom relacionamento com as pessoas dentro do ambiente de trabalho é essencial tanto para a carreira como para a qualidade de vida.
INJUSTIÇADA
Arte iG
Eles não gostam de mim
Reclamona, ela tem certeza que os chefes a perseguem – e percebe isso em cada olhar ou comentário. Passa muito tempo “alugando” os colegas com as suas lamentações. É extremamente sentimental e não tem foco no trabalho. Geralmente deixa a desejar profissionalmente, mas, mesmo assim, jura que é muito competente.
“O perseguido é um perfil difícil até porque não se sente assim só no profissional. Se um carro espirrar água de poça nela, também vai achar que é pessoal. Mas fugir das responsabilidades, ser a vitima, às vezes é insegurança”, aponta Saldanha. O segredo é não entrar na onda e começar a reclamar dos chefes também.
FALSO BONZINHO
Arte iG
Essa é a equipe mais bonita do prédio
Parece um anjo à primeira vista. Cordial, faz questão de estabelecer boas relações com todos os níveis hierárquicos. Cedo ou tarde você ficará sabendo de intrigas pesadas feitas pelas costas envolvendo o seu nome. Ele vai negar tudo e sair pela tangente. Mas não se engane, mês que vem tem mais!
O famoso “duas caras” é mais um caso de insegurança, segundo a consultora. “Acredita que para crescer não pode ser ele mesmo. Devemos evitar generalizações, mas normalmente essa pessoa tem segundas intenções e quer levar vantagem”, diz ela. Mas não tente desmascarar o “anjinho”. É melhor manter distância.
FOFOQUEIRA INCORRIGÍVEL
Arte iG
Tenho uma boa pra contar
Ela parece um radar: está sempre por dentro de tudo que acontece na vida dos outros funcionários e, por isso, não dedica muito tempo ao trabalho. Tende a envolver as pessoas em suas falações e pequenas maldades. Critica a roupa e cabelo das colegas, mas no fundo inveja cada centímetro.
“Falamos que a pessoa tem que ter bom senso, mas isso é relativo porque as experiências de vida são diferentes”, avalia Juliana. Sair de fininho das conversas sobre terceiros é a melhor forma de agir. A fofoca só existe porque alguém está ali para ouvir. “Não precisa dizer que não quer falar com ela, mas sinalize que tem outras prioridades e não seja conivente. Busque neutralidade”, orienta. PUXA-SACO BAJULADOR
Arte iG
Seu corte de cabelo está incrível
É um clássico no mundo corporativo. Em suas relações, classifica as pessoas por cargos – e o mais humilde não costuma receber atenção. Está sempre pronto para elogiar o chefe, mesmo que sutilmente, e extrai dessa prática a segurança que precisa para continuar empregado.
Nada de fazer igual para ganhar pontos! “Um chefe com vivência maior consegue perceber que está sendo bajulado”, diz Juliana Saldanha. Portanto, ninguém perde pontos para o puxa-saco. Existem pessoas solícitas naturalmente, sem forçar a situação. “Não se iguale nem seja ingênua”, recomenda a consultora.
OVERSHARING
Arte iG
Alguém tem remédio para prisão de ventre?
Ela (ou ele) fica falando de coisas que ninguém realmente quer saber – e normalmente num tom de voz que os obriga a isso. Usa o telefone da empresa para discutir com a madrinha, com o atendente da TV a cabo ou com a amiga que insiste em ficar com aquele cara que não a merece.
Se você der a mínima corda, a “oversharing” vai explicar seus problemas em detalhes, sem perceber que você está olhando para o outro lado. No limite, entram em assuntos constrangedores – escatológicos, sexuais, patológicos. “Ambiente corporativo não é consultório sentimental. Mas as pessoas só falam muito porque alguém escuta”, diz Saldanha. Com medo de passar por chato, quem ouve as histórias excessivas nem sempre consegue sinalizar que aquilo invade a liberdade do seu ouvido. A dica é cortar o assunto e não fazer comentários que vão aumentar o diálogo. CARREIRISTA ESPERTINHO
Arte iG
Veja os meus projetos
Está no jogo para ganhar. Ser bem sucedido é quase uma obsessão. Fala o que os chefes gostam de ouvir e não pensa duas vezes ao passar a perna em alguém. Costuma ser competente em suas funções, mas extremamente desleal com os colegas. A dica aqui é simples: nunca compartilhe ideias e projetos com ele, por mais bacana que possa parecer na mesa de bar. Ele vai roubar seusinsights , não duvide disso. Se apegue aos assuntos genéricos, comente sobre o tempo, o programa de TV, o futebol...
ULTRASEXY
Arte iG
“Eu já fui modelo”
Ela “dá mole” para os caras, mas se faz de sonsa e desentendida se algum deles reage. No escritório, todo mundo percebe a paquera com o colega: risadinhas, brincadeiras de mão e outras práticas irritantes dominam o ambiente. Tem certeza que é a garota mais desejada da empresa, e tenta tirar algum benefício disso.
“Provavelmente ela não acredita na sua competência profissional. É preciso que a equipe seja assertiva para mostrar que não gosta daquilo”, recomenda Juliana. E evite qualquer elogio à maquiagem ou roupas que possa inflar ainda mais esse ego.
GALÃ OFICIAL
Arte iG
Cheguei, garotas!
Ele/Ela não anda pelo corredor, desfila. Não cumprimenta as colegas, joga beijos e piscadinhas. Conta vantagens na hora do almoço para os outros homens e, muitas vezes, mente descaradamente sobre “aquela gata da academia” que nunca existiu. “Não fique achando que você é a rainha da cocada preta só porque o cara fez uma brincadeira”, diz a psicóloga. Geralmente não é pessoal, esse tipo tende a repetir as gracinhas com todas as outras meninas do andar. Mas se ele extrapolar ou passar dos limites, então expresse seu sentimento com clareza, mas de forma suave. Não é preciso brigar com o garotão bobo e ficar marcada no andar pela sua agressividade.
MATRACA SOLTA
Arte iG
Isso me lembra uma história ótima
Ela não para de falar e tende a ser inconveniente. Faz comentários (geralmente dispensáveis) sobre tudo e atrapalha a concentração dos colegas que querem trabalhar. Em reuniões, os chefes chamam sua atenção por estabelecer conversas paralelas. Não entre no enredo que a pessoa está contando. Deixe que ela fale (quase) sozinha e mantenha os olhos na tela do computador ou folha do caderno. Dessa forma, ficará claro que você não está disponível e o assunto acaba mais facilmente. “Aos poucos as conversas vão diminuindo”, aposta Juliana.
PIADISTA SEM GRAÇA
Arte iG
Entenderam o trocadilho?
Não fez curso de palhaço, mas quer sempre ser o mais divertido. Tenta copiar o colega engraçado de verdade, que tem timing e boas sacadas, mas nunca consegue. O problema? Ele continua insistindo e torrando a paciência dos colegas com suas piadas tolas.
A principal lição é parar de dar risadas forçadas. O sorriso, mesmo amarelo, prolonga o constrangimento coletivo e dá corda para o falso comediante continuar seu show. “A comunicação envolve as duas pessoas. Se o cara está vendo algum sinal de espaço ali, então vai falar mesmo”, aponta Juliana Saldanha.
Situada na Polinésia Francesa, esta pequena ilha ainda conserva um modo de vida tradicional, aliado à beleza e riqueza de seu território, onde se encontra a mais charmosa lagoa do mundo com suas águas claras, quentes e milhares de peixes coloridos
Por tudo o que se vê e ouve falar, é bem possível que a imagem mais tradicional que as pessoas tenham na cabeça de praia paradisíaca seja a de Bora Bora, na Oceania. O lugar faz parte da Polinésia Francesa, conjunto de ilhas pertencentes à França, e fica a cerca de 230 quilômetros do Taiti, maior ilha desse arquipélago. Turisticamente, Bora Bora é ímpar. Tem todas as atrações comuns aos destinos de praia, com um cenário emoldurado por um mar turquesa, areia branca, calor e palmeiras. Lá, visitantes têm ainda opções excelentes para mergulho, para isso, contam com vários serviços de guias, que podem indicar os melhores pontos para se observar corais e peixes, inclusive arraias e tubarões.
Uma boa opção para alugar equipamentos e conseguir guias é o Diving Center, que oferece visitas a pontos de mergulho de acordo com o interesse do turista. O serviço de guias é superprofissional, uma alternativa mais intimista é o guia Cristophe, apontado como um dos melhores do local – conhece muito sobre a fauna e flora da região e faz passeios com grupos de até seis pessoas. Além do mar, Bora Bora compreende inúmeros lagos de igual beleza, onde visitantes podem mergulhar e avistar golfinhos, tartarugas e mais tubarões, mas em águas ainda mais calmas que as do Pacífico na região. Nesse sentido, Lagonarium é um dos pontos mais conhecidos da ilha. - Outra coisa que chama atenção são as cabanas construídas sobre as águas, chamadas de over-the-water bungalow. Esse tipo de habitação tornou-se comum em toda a laguna. E não é só na água que está a beleza do lugar; em terra firme pode-se passear pela ilha e conhecer os canhões deixados pelos americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Quanto aos turistas, nem é preciso fazer pesquisa para comprovar que a maioria é constituída por casais. Para todo lugar que se olha o que se vê são casais trocando carícias, muitos em plena lua de mel, o que não poderia ser diferente por estarem num lugar tão afrodisíaco.
Bora Bora é especializada em atender seus visitantes. Existem até hotéis construídos sobre os lagos. Fora da água, o turista pode aproveitar as praias espetaculares com altas temperaturas, por volta de 30°, praticamente o ano todo. A culinária de Bora Bora é considerada exótica, usando forno subterrâneo para o preparo dos pratos típicos, investindo em peixe cru e frutos do mar. No cenário, destaca-se o Monte Otemanu – um dos picos do vulcão que deu origem à ilha – e passeios de jipe são oferecidos para circundá-lo e conhecer melhor todo o local.
Acredito que no turismo, uma dos melhores trabalhos é sem duvida o de guia turístico. Trabalhei como guia de 2001 a 2007 no eixo Orlando, Miami, Nova York e Las Vegas. Abaixo, direto do túnel do tempo uma doce lembrança deu um trabalho gratificante que é tornar um sonho em realidade. Levar as pessoas aos parques temáticos de Orlando. Clique nas fotos e vejam se conseguem reconhecer o guia...